True Blood – Promo da 3° temporada.
Uma forma de fazer teaser para a temporada e propaganda para a bebida que está a venda. Boa jogada HBO. Boa jogada mesmo!
A nova temporada chega em Junho nos EUA. (E no site de torrent mais perto do você!)
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Enquanto 2 de fevereiro não chega, experimentamos um período insano de promos de Lost. Sem cenas da nova temporada, a ABC tem que se virar, muitas vezes com um resultado não muito legal. Esse é o 10 vídeo de divulgação da última temporada e é o melhorzinho de todos, com um rápido previously in Lost. Apesar de dar um friozinho na espinha com o vídeo e uma certa nostalgia por estar acabando, ele ainda não é melhor do que esse aqui.
A última temporada de Lost começa dia 2 de fevereiro na ABC (EUA) e quase colado no dia 9 de fevereiro na AXN (Brasil).
Nunca foi muito fã de Star Trek, (e por mais que o mundo insista que o filme novo é ótimo, não vou atrás pra assistir). Pra quem começa vendo Star Wars, Star Trek é fraco. Ok, você que é fã pode estar puto comigo agora não é? Então me explica o que se passa na cabeça de um “linguista” que resolveu SÓ falar com o seu filho até os 3 anos, em Klingon? O louco se chama d’Armond Speers, que em sua defesa disse que estava curioso para saber se a criança iria assimilar a língua “como outra língua humana qualquer”…
Agora me digam se isso faz algum sentido? Quer dizer, fora do contexto idiota do cara. Ensinar outras línguas para crianças é um processo muito bom para o desenvolvimento, mas uma língua que só uma triste parcela de sequelados no mundo sabem falar, ai já é demais! Em todo e qualquer contexto no mundo falar Klingon só serve para rir da sua cara, como nos episódios do Big Bang Theory ou em filmes como o Fanboys.
“Eu não vou para convenções de Star Trek, não uso fantasias, eu sou um linguista“.
Não meu amigo, você é só um idiota que fala a língua de sua raça e está querendo passar adiante para o seu filho.
P.S: Não odeio fãs de Star Trek. Basta eles não serem idiotas como esse cara e estamos numa boa.
P.S.2: Star Wars sempre foi e sempre será melhor.
O canal ABC liberou uma versão modificada do poster da nova temporada mostrando mais claramente os personagens.
E como você pode ver com a comparação com a imagem antiga do poster, existe uma figura mitológica que estava faltando.
Sim meus amigos! Olhe no canto direito das fotos e na versão nova você verá… VINCENT! O cão!
Nada de muito novo aqui, mas é bom ver que os personagens que eles queriam trazer de volta (seja lá como), finalmente mostraram a cara de forma “oficial”. Agora é só esperar, não falta tanto… isso dependendo em que esfera de espaço e tempo você está!

“Eu te odeio”.
“Eu também, seu pedaço de merda.”
O fato de esse ser um diálogo entre pai e filha adolescente e a segunda frase ter saído da parte paternal da conversa, faz com que Californication seja a coisa mais legal, suja e pervertida de se ver na TV ultimamente.
A terceira temporada já teve seus quatro primeiros episódios lançados, portanto, inevitavelmente vou falar coisas que já aconteceram, então como diria o presidente aqui do blog: você foi avisado.
Uma primeira olhada poderia deixar os fãs temerosos. Hank Moody (Duchovny cada vez mais perfeito nesse papel, chega a assustar) está longe de Karen e a Mia foi fazer a turnê de promoção do seu livro roubado (na verdade ela foi mesmo beijar lésbicas mutantes em Heroes). Isso poderia causar sérios danos à narrativa sexualmente tensa da série, que dependia muito dessas duas personagens.
A solução brilhante? Hank Moody agora é professor, e como não podia deixar de ser, tenta comer sem dó todas as suas alunas. Pertinente, real e perfeito.
Por sinal, é nesse arco da história que rolam uma das cenas mais engraçadas desse reinicio de série. Um personagem tirado diretamente da atual insuportável onda de vampiros emos iniciada por Crepúsculo: o aluno viciado em contos das criaturas da noite que tenta cometer suicídio após Moody, gentilmente, avaliar seus contos. “O mundo não precisa de merdas como Crepúsculo”. Eu juro que abraçaria o roteirista que colocou essa frase na boca de Moody. Simplesmente sensacional.
Igualmente hilária continua a saga de Charlie Runkle, uma espécie de versão drogada de George Costanza. O poço dele parece não ter fim depois de tentar namorar uma atriz pornô, perder a mulher no processo e ainda perder o emprego e virar chacota por se masturbar diariamente no trabalho. Bem, só parece. O cara agora trabalha por comissão e tem uma chefe tarada na casa dos 60 anos que o assedia diariamente. É mole?
Aliás, falando em idosas na TV, lembra do comercial da Havaianas que foi tirado do ar porque uma velhinha fala “sexo”? Bem, fico pensando o que a conservadora TV brasileira acharia quando a chefe de Runkle, no alto de seus 60 anos, diz que sua posição sexual favorita é 69 de pé.
Por essas e outras, reafirmo: Californication é a série mais engraçada da atualidade e para mim, David Duchovny não é sinônimo de Fox Mulder há muito tempo.
O menos inspirador, mas ainda legal, dos cartazes promocionais de Lost saiu. Veja:

A ABC continua arrebentando com a série de cartazes promocionais da nossa querida série. Olhem só:


Eu realmente estava morrendo de saudade de falar mal dessa série, mas pô, os caras pegaram no ponto fraco de quase todos os integrantes do NARK: zombies!
Eu ainda não vi nem a oitava temporada, então não faço nem idéia do que está rolando. Só sei que o Zod aprontou alguma e começaram a surgir zumbis em Metrópolis.
Essa é a primeira boa notícia da série em anos! Para ser melhor, só faltava ver o nosso amigo abaixo dando umas porradas no Clark usando um nariz de Kryptonita.


Quando Heroes surgiu, parecia a idéia perfeita: uma série de TV que conseguiria transmitir todo o dinamismo e intensidade de uma HQ uma vez por semana, sem aquelas bobagens de ressuscitar personagens e reboots editoriais que assolam as revistas mensais das principais editoras do mundo.
E deu absolutamente certo. A saga da cheerleader, a ameaça da bomba atômica humana através de Sylar e os conflitos baseados em livre-arbítrio sobre viajar no tempo para mudar a história ou não fizeram da série uma candidata séria a destronar Lost, fato que aconteceu por um tempo no quesito audiência.
Pois bem. Um dos principais criativos por trás deste sucesso, o cara chamado Brian Fuller, abandonou o barco depois de colher os louros da primeira temporada, foi fazer Pushing Daises e Heroes caiu no ostracismo, com tramas esdrúxulas e cada vez mais parecidas com os constantes absurdos que vemos em comics o tempo todo.
Mas Brian Fuller voltou no final da terceira temporada. E colocou a série nos trilhos. O episódio onde é mostrada a origem da tal Companhia é um dos mais bonitos da série e o final era promissor, com o Sylar sendo aparentemente derrotado, mas não sem um preço muito alto. Nesse ponto, Brian Fuller parece gostar de ter seu ego massageado. Salva a série e abandona o barco de novo. Assim provavelmente dirão: “quando ele comanda a série, ela funciona”. É a mais pura verdade.
Essa grande introdução é para falar dos três primeiros episódios da quarta temporada, ou para os mais Hardcore, do Volume 5, intitulado Rendemption.
Se o que faz uma grande história são personagens, começamos absolutamente mal. Suas motivações estão completamente deturpadas e simplesmente não dá pra agüentar a dupla de japas formada pelo Hiro e Ando, cuja função de ser alivio cômico da série está chegando ao limite de irritação do Zorra Total. O mundo pegando fogo e o cara que pode voltar no tempo resolve fazer isso pra impedir que o amigo jogue sorvete na irmã. Infelizmente, não é uma piada.
Peter Petrelli é outro que vem perdendo coerência. Resolver voltar a ser paramédico (ou enfermeiro, sei lá) para poder salvar pessoas em segredo mas coleciona na sua casa recortes de jornais das vitimas que consegue salvar. Atitude de um Bruce Wayne com o ego de um Tony Stark? Forçado.
O que mais me irritou foi o Parkman. Depois de salvar a pátria “transformando” Sylar em Peter Petrelli, ele agora tem o vilão “preso” na mente dele. Que coisa estranha. Além disso, sofre agora de um conflito no mínimo imbecil: um policial que jurou não usar seus poderes de ler mentes para resolver crimes. Genial, não?
A ausência de uma trama definida logo de cara também dificulta as coisas. Se na primeira temporada nós sabíamos desde o início que o lance todo era que iam explodir NY, dessa vez, nada foi estabelecido em 3 episódios. Só os dramas meia-boca de cada personagem de forma isolada. E uma das coisas mais graves que notei, subestimaram (de novo) os nerds do planeta achando que referências baratas iriam fazer a série bombar de novo. Exemplos:
- O motorista da Angela se chama Alfred.
- O merchandising de Guitar Hero feito no arco de Claire na Faculdade é comparado aos piores já feitos com shampoos em novelas brasileiras.
- Ray Park, o eterno Darth Maul, vive um cara muito habilidoso com facas e artes marciais. Em dois episódios ele já falou mais que em Ameaça Fantasma. Tem também o ator que fazia TBAG em Prison Break. Ele parece ser um puta vilão, mas seu poder digno de paródias da MAD tornam ele bem menos denso: ele pode controlar tintas, fazer tatuagens adquirindo vida e, pra não ficar tão tosco, parece controlar terra. Tudo a ver.
Infelizmente, a série se tornou exatamente tudo o que jurava combater: virou um pastiche dos exageros da indústria de quadrinhos em forma de série de TV.

"LOOK!! It's AMAZING!!!!!!"
Como eu disse, você não conhece porque é uma série britânica, mas se você achou Shaun of The Dead e Hot Fuzz engraçados, pode esperar para conhecer a série nerd definitiva.
Ok, Big Bang Theory é muito bom. Conseguiram usar todas as peculiaridades possíveis que os nerds tem em contato com o mundo que não seja o deles. Mas sejamos francos, eles exageram muito às vezes. É por isso que existe uma série que sempre vai ser a melhor de todas, justamente por que eles não exageram, são cruelmente realistas. E por causa disso a série é tão absurda e anárquica.
Spaced, surgiu em 1999, quando tudo era novo. Episódio 1, Matrix, (antes de se tornar a coisa absurdamente ridícula com o 2 e 3), tinha acabado de sair, o Playstation e Nintendo 64 eram as coisas mais importantes enquanto a internet ainda era discada e o MIRC o único meio de comunicação. Nessa época mais simples, foi quando Edgar Wright se juntou a Simon Pegg, Nick Frost e Jessica Hynes para fazer um retrato perfeito daquele período do fim dos 90.
A frustração pelo episódio 1, pesadelos com o jogo do Resident Evil 2 e zumbis, citações a Arquivo-X, quadrinhos, tudo está ali intricado na história de um cara que conhece uma garota e para conseguirem um lugar para morar, precisam fingir ser um casal para a dona do loft, Marsha. Onde também mora Brian, o artista.
Tudo poderia ser uma sitcom normal, mas Edgar Wright super inspirado pelo trabalho de câmeras que Sam Raimi usou nos seus primeiros filmes, dá um toque surreal para as histórias que foram todas escritas por Simon e Jessica. Com tiradas geniais como o “Tiroteio Telepático”, citações ao 6° sentido, Star Wars e vídeogames, Spaced até hoje se mantém como uma das séries mais perfeitas no cenário nerd/geek.
Não existe o DVD aqui no Brasil (novidade!), então faça um favor para você mesmo e procure nos torrents da vida. E assim como eu ano passado, vai afirmar: “Eu não sabia o que era engraçado até assistir isso”.