Início > True Blood, Twilight sucks, Vampiros > Diga não aos “vegetarianos”! True Blood é bem mais saboroso.

Diga não aos “vegetarianos”! True Blood é bem mais saboroso.

Vamos deixar uma coisa clara aqui, não sou tão educado quando a Anne Rice que recentemente declarou o que acha da série de “livros” Crepúsculo. Em resumo, ela cita que acha que é uma versão leve da mitologia dos vampiros, mostrando que o publico fica para garotas de 12 anos que se sentem atraídas pelo personagem Edward por ser poderoso, carinhoso. Sendo tudo isso um apelo para a velha história que garotinhas gostam de homens mais velhos e poderosos. Se Stephen King disse que a “escritora” Stephenie Meyer “não escreve nada que vale a pena”. Verdade e sem rodeios. Afinal ele pode dizer o que quiser sobre qualquer escritor, mas isso é noticia antiga já, Anne Rice continua agora falando da série True Blood do canal HBO, “que é bem mais interessante e profunda nos seus temas, onde a mitologia dos vampiros é muito melhor explorada” e “cheia de violência e sexo” até demais para um publico jovem, (como se eu ligasse para eles). Mas que se diverte assisto e adora o vampiro Bill.

True Blood começou a sua segunda temporada duas semanas atrás, e acabei de ver o 3° episódio. Sou um grande fã de vampiros, (e não da novela das 6 crepúsculo), e foi com muita felicidade que assisti a primeira temporada ano passado. A HBO mantém a qualidade suprema de um filme de terror divido em 12 episódios de 1 hora cada. Sexy ao extremo, pesado, gore, com cenas dignas de “Um Drink no Inferno” em matéria de sangue e uma história e personagens cativantes, onde até os coadjuvantes tem tramas interessantes de se acompanhar, True Blood (que é baseado em uma série de livros), mostrou que os seus vampiros tem o seu papel na sociedade moderna revelados como reais e em busca de aceitação, já que o sangue agora pode ser substituído por uma bebida sintética, o Tru Blood. A partir daí, vemos a história guiada por Sookie Stackehouse, com Anna Paquin fazendo uma garçonete que lê mentes, exceto de um homem pálido que entra no bar uma noite. A facinação cresce ao descobrir que Bill (Stephen Moyer), é um vampiro.

A inevitável atração cresce entre eles o que leva aos vários conflitos que True Blood mostra com maestria. Seja em metáfora ao racismo ou até mesmo ao homossexualismo (Alan Ball, criador da série é gay assumido), embora nunca realmente levando a série para uma militância do assunto. Ela se mantém firme em seus personagens e conflitos, além de um assassino que certa os moradores daquela pequena cidade aos arredores de New Orleans.

Em sua segunda temporada, a série aprofunda ainda mais a mitologia, apresenta um novo mistério, fanáticos religiosos preparando uma guerra contra os vampiros, mais mortes, sangue e muito sexo, (a cena de Sookie e Bill no 1° episódio é digna de Cine Privê). True Blood mostra que vampiros de verdade ainda existem por ai para se assistir a noite com aquele sorriso sádico no rosto em meio aos gritos na tela (seja de dor ou prazer).

P.S.1 – Como esse post ficou grande, começo a comentar os episódios da série na próxima segunda.

P.S.2 – Crepúsculo só vai ter algum valor no dia que for combustível da fogueira crematória do cadáver violentado brutalmente da “escritora” Stephenie Meyer.

P.S.3 – Eu disse que não era educado como a Anne Rice, sou pior que o Stephen King.

Anúncios
  1. 20/11/2009 às 19:53

    Por que nao:)

  1. No trackbacks yet.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: