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Archive for the ‘Tecnologia’ Category

MOON RISING – A Lua esconde muito mais do que sabemos?

por Gabriel Caldas

Já deve ter ficado bem claro aqui que sou o cara mais neurado com conspirações e alienígenas. Culpado sem dúvida, já vi vários vídeos, inúmeras teorias de conspiração sobre o governo escondendo coisas do povo, mas poucas foram tão descaradas como a que esse vídeo apresenta.

Moon Rising mostra como é possivel que a NASA e todo tipo de estudo feito sobre a Lua pode estar escondendo dados fundamentais sobre o que realmente existe lá. Vai me dizer que você nunca se perguntou por que diabos podemos fazer fotos incriveis de galáxias em pontos remotos, mas se tratando da Lua, são sempre fotos muito de longe e sem muitos detalhes? Ou até mesmo, porque nunca mais voltamos lá? Não deve ser tão dificil não é?

Enfim, o vídeo mostra como fotos foram aduteradas e o que pode estar realmente escondido por lá. Devo admitir que muitas das teorias são absurdas, mas pelas próprias fotos, você se pergunta: “o que diabos é isso?”

Não teremos respostas tão cedo, e o vídeo e as suas partes seguintes mostram algumas das razões, como manter o povo protegido de uma informação que mudaria a cultura e as crenças de forma extraordinária muito rápido, podendo promover o caos. Inclusive como um comentário de Neil Armstrong que não é muito divulgado por aí:

“… as naves deles eram superiores as nossas, tanto em tamanho quanto tecnologia. Cara, como eram grandes! … e assustadoras! Não, não há dúvida de uma estação espacial…”

Enfim, se você estiver curioso, assista o vídeo e os seguintes. Conselho de amigo: assista a partir dos 4:30 do 1° video (a apresentação é longa) e tire suas próprias conclusões.

P.S: Agradeço a minha amiga Leticia Bicicreta (apelido criado para não entregar a fonte da informação), que me passou o video sem explicar nada, e em seguinda sumiu do MSN e não deu mais sinal de vida. Sua mensagem foi transmitida como eu prometi! Espero que não tenha silenciado você.

Matthew Weigman. A glória e derrota do supervilão “Silence”.

por Gabriel Caldas

“Eu estava fazendo algo que pessoas que podem ver não fazem”, “…era uma sensação muito boa”.

Em uma clássica história em quadrinhos, algo extraordinário acontece com o “herói” que recebe super poderes e resolve ajudar os outros com essas habilidades. Nas mesmas histórias, existe o outro lado criado pela tragédia, que toma para si poder e usa para se vingar do mundo que o criou. Isso poderia ser uma explicação para a criação de Silence o supervilão mostrado na reportagem da Rolling Stone. Só que existe um porém. Silence não é um vilão de revista em quadrinhos ou de um filme que está para ser lançado, ele existe. Um jovem de 18 anos que agora foi preso e condenado a passar 11 anos de prisão pelos seus crimes.

Weigman nasceu cego, em uma família pobre onde apanhava do pai que o chamava de “bastardo cego” até abandonar a família deixando Weigman com a mãe ausente. Até que um dia ele percebeu seus poderes. A incrível habilidade de gravar notas musicais, sons e reproduzir qualquer voz que ele escutasse. Ele então descobre o serviço de “party line” um tipo de bate papo usado antes da internet pelo telefone e ainda ativo nos EUA. Lá, sem rostos ou corpos para serem julgados Weigman não era perseguido na escola por ser gordo e cego, ele poderia ser qualquer um. E assim ele começou a usar os seus poderes parar ser mais do que qualquer um nesse novo mundo. Se alguém fosse ao menos rude, Weigman era capaz de desligar a linha da pessoa e até mesmo enviar uma equipe da SWAT para a casa da pessoa. Tudo graças ao seu dom de replicar vozes e até mesmo descobrir e decorar números de telefones pelo simples tom da discagem. Weigman aprendeu termos do ramo das telecomunicações e tinha acesso aos servidores das companhias AT&T e Verizon quando queria. Utilizava isso para exigir sexo pelo telefone com as mulheres que entravam na party line, caso não conseguisse, policia, batalhão anti bombas, etc. Weigman era temido e respeitado por todos.

O seu poder impressionou outros phreaks, (hackers de telefones, também precedentes assim como criadores dos hackers), em batalhas para demonstrar o poder, Weigman se mostrou o melhor de todos, mas como todo super vilão, Weigman tinha o seu pior inimigo em si mesmo, o levando contra o FBI em crimes cometidos pela sua falta de habilidade de lidar consigo mesmo.

A história toda, (é LONGA mas vale muito a pena de ler), você acompanha aqui. Eu não duvido muito que um dia a história de Matthew Weigman vire um filme ou um livro, uma história triste que mostra que grandes poderes nem sempre trazem grandes responsabilidades, as vezes, não há nada de muito bom para ser responsável, o poder é só o que motiva a fazer o que se quer. Independe do quanto se é deficiente, diferente. Se você está perdido, o mundo só faz piorar. Matthew Weigman “gritou” para que alguém escutasse, provando que o fato dele ser cego não fazia dele invisivel.

Fonte: Rolling Stone

G.I. Joe – Brinquedos e muita ação. (E um verão decadente).

"knowing is half the battle"

"knowing is half the battle"

por Gabriel Caldas

Eis que hoje fui ver o ultimo suspiro de blockbuster desse ano.

Sim, sobrevivi em vergonha assistindo Wolverine. Vi Terminator Salvation e fiquei feliz que o filme foi bom o suficiente e se manteve na mitologia,mas não foi ÓTIMO, só bom. Isso basta por que depois veio Transformers 2 e eu quase perdi a fé na humanidade vendo que esse foi o filme que mais rendeu no mundo esse ano (até agora, Avatar! Save us!).

Então faltava um. G.I. Joe. Mais um brinquedo meu de infância virando filme. O que me trouxe risos ao ver a Hasbro ganhando até logo de “produtora de cinema” no começo do filme. Muitas coisas estão erradas nisso tudo, inclusive a experiência de “gostar” do que eu estava vendo. É um filme baseado em BONECOS action figures! Não esperava nada brilhante, mas ainda assim consegui me divertir muito com o filme. Mesmo com alguns diálogos toscos de doer, a cena de batalha sub aquática me lembrando do Retorno de Jedi e até mesmo propagandas do Norton Antivírus (que provavelmente achou uma que seria inteligente vender a idéia que uma base terrorista super avançada vai usar o Norton e isso vai me fazer querer usar também), e claro, como não lembrar dos créditos finais tocando Black Eye Peas.

Sem dúvida a pior forma de se finalizar um filme. Me senti sendo expulso da pior rave que já fui por causa do meu bom gosto musical.

Mas estou sendo duro demais, o filme é bom. Me diverti muito com as cenas de ação que não foram poucas. O roteiro usa o “em um futuro não muito distante” de uma forma esperta para extrapolar nas tecnologias usadas no filme. Nanobots existem, mas ainda não chegaram no ponto de fazer o que acontece no filme, mas ainda assim, vender a idéia foi o suficiente para acreditar no perigo imediato que os vilões queriam provocar. Muitas mortes, o que eu não esperava em um filme de brinquedo. Snake Eyes e suas cenas e flashbacks mostram que Ray Park vai ser sempre o cara… mesmo não vendo o seu rosto ou não dizendo nada. Mulheres lindas lutando e se sendo gostosas na tela, uma “seqüência de treinamento Rocky Style” com trilha sonora e a sensação de que se passaram meses, mas que na verdade não foi nem 2 dias, (clássico!!!). Enfim, o filme mostra tudo que o blockbuster é em seu núcleo. Mas ainda assim me diverti, mesmo sabendo que não era um filme ótimo.

Acho que Wolverine e Transformers 2 danificaram o meu julgamento. Mas sei que isso será consertado assim que assistir o ultimo do Tarantino e Distric 9, esperando Avatar para salvar o ano. Tempos melhores virão, mas esse verão foi amargo.

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Avatar, e como o 3D pode ser a forma de salvar o cinema.

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"Você ainda vai ver muito a minha cara azul até o final do ano".

por Gabriel Caldas

James Cameron disse na comic com que passou os últimos anos criando o universo de Avatar em homenagem a tudo que ele gosta em ficção cientifica. Isso vindo do cara que fez Aliens, O segredo do Abismo e os primeiros dois filmes do Terminator… Bem, eu acho que ele tem uma boa bagagem para se esperar um bom filme. Além disso, a nova tecnologia 3D que ele vem construindo e não se escondendo do mundo desde que dirigiu Titanic, promete uma viagem ao planeta Pandora, seus aliens estranhos, naves e robôs e claro, os personagens Navi, uma raça que teve uma cultura e língua criada nos últimos 10 anos por Cameron.

Assim como Tron Legacy, Alice de Tim Burton e infelizmente uma certa “residência do mal”, a forma dos cinemas não morrerem para a internet e o pirateiro vendendo os filmes dublados para os analfabetos, é apostar em algo “novo” que promove uma experiência que só possa acontecer ali, na frente daquela tela enorme e no escuro.

Usada para o bem ou para o mal, tudo que podemos fazer é desejar que essas tecnologias cheguem cada vez mais nas salas de cinema, (boa sorte para vocês, porque aqui nessa cidade eu duvido muito), e que isso eleve o nível de contar boas histórias para novos patamares e sensações. A 3° dimensão pode ser a saída para finalmente dar vida, (e inteligência esperamos), ao cinema deste nosso futuro próximo.

Distric 9 e Ninja Assassin. Grandes promessas em novos videos.

Distric 9 tem cara de ser o filme mais louco e inesperado do ano que vem. São 28 anos que se passaram, e uma raça de alienigenas é mantida em cativeiro em uma região da Africa pelo exercito… até que as coisas começam a dar erradas. Efeitos muito bons e cenas de ação com um roteiro politico que serve de metafora para um problema real? Hum… sinto cheiro de um ótimo filme!

Ninja Assassin.

Ok, tem os malditos irmãos Wachowski na produção, mas pelo visto eles estão só dando apoio moral para o roteiro de J. Michael Straczynski com Matthew Sand para mostrar um filme com Ninjas, tiros e muito sangue. Vou fingir que o nome dos Wachowski não está no poster, olhar só o J. Michael Straczynski, colocar a minha fé no James McTeigue que fez um bom trabalho no V de Vingança assistir sangue e katanas na tela.

GI Joe pode ser um bom filme? “Is this real life?”

Depois do filme do Wolverine, esse ano estava praticamente encerrado pra mim. Sabia que Transformers 2 seria uma merda, e quando vi o primeiro trailer do GI Joe fiquei com o pé atrás. No fundo eu esperava um bom filme, mas a minha fé não anda em bons tempos.

Então quando vejo na critica recém saida do site Ain’t it cool news a crítica do Harry falando que o filme é muito divertido. Devo admitir que a fé voltou ao meu sistema. Afinal, se tem um povo nerd chato pra dizer que o filme é uma bosta mais fácil do que chamar a Megan Fox de gostosa, são esses caras.

Então eu acho que vou estar na fila do cinema quando o filme sair e vou poder dizer aqui se vale a pena pagar para ver um filme de “bonecos de ação”. I hope so.

Categorias:cinema, NERD/GEEK, Tecnologia

100 coisas Essenciais que um Nerd/Geek precisa saber.

Que fique claro, não ligo muito para o termo Geek. Acho que Nerd é o termo mais roots para todos nós que estamos aqui e vocês que acessam o blog (alguém?). Não vejo diferenças entre as duas “tribos”. E é bem o que essa lista que aparece no site da WIRED mostra. Abaixo vai alguma das habilidades que eu achei mais legais comentadas, (e claro que consigo fazer essas coisas sem problemas).

18 – Troubleshoot any computer/gadget problem, over the phone. (Um saco ser o técnico da família, mas fazer o que?)

19 – Use any piece of technology intuitively, without instruction or prior knowledge. (Tipo o efeito do filme “uma mente brilhante” as coisas simplesmente se montam na minha cabeça)

44 – Build amazing structures with LEGO and invent a compelling back story for the creation. (Empire State com 1 foto de referência e mil peças)

45 – Understand that it is LEGO, not Lego, Legos, or Lego’s

46 – Build a two story house out of LEGO, in monochrome, with a balcony

61 – Know the Konami code, and where to use it. (até em página do Facebook isso da certo)

62 – Whistle, hum, or play on an iPhone, the Cantina song. (Só faço isso 1 vez por dia, juro).

64 – Solve a Rubik’s Cube.

72 – Know the difference between radiation and radioactive contamination.

73 – Understand basic electronics components like resistors, capacitors, inductors and transistors.

74 – Solder a circuit while bottle feeding an infant. (lead free solder please.)

77 – Build a fighting robot. (O nome dele era T-666)

78 – Program a fighting robot. (Com duas facas na ponta dos braços).

79 – Build a failsafe into a fighting robot so it doesn’t kill you. (Eu usei um martelo pra sacrificar ele quando cheguei porre uma noite em casa, só por diversão).

82 – Understand the difference between a comic book and a graphic novel.

83 – Know where your towel is and why it is important.

84 – Knowing the answer to life, the universe and everything. (42!)

87 – Reciting key scenes from Monty Python and the Holy Grail. (“We are the knights who says NI!”)

88 – Be able to recite at least one Geek Movie word for word. (Star Wars é claro!)

90 – Be able to explain why it’s important that Han shot first. (Por que ele tem que ser o fodão).

91 – Know why it is just wrong for Luke and Leia to kiss. (a ignorância é uma benção).

93 – The ability to name actors, characters and plotlines from the majority of sci-fi movies produced since 1968. (Try me).

96 – Have a documented plan on what to do during a zombie or robot uprising. (Zombies – esse tem 140 páginas com o mapa de lugares que são seguros, e o DIE SKYNET! DIE! Tem 265 páginas e referência a sites de como reprogramar cyborgs).

97 – Identify evil alternate universe versions of friends, family, co-workers or self. (Sempre fico de olho em qualquer mudança de comportamento, já descobri uma forma de vida alienigena entre nós, mas no final de contas ela é só uma garota MUITO feia).

Fonte: WIRED

Escrito por Gabriel Caldas.